OS MISTÉRIOS DE HOLLYWOOD - PARTE I

"Os Mistérios de Hollywood" é a nova série do nosso blog e canal. Desde as nossas primeiras postagens, questionamos como vários artistas morreram em circunstâncias estranhas e dissemos várias vezes que essas mortes poderiam estar relacionadas à elite oculta, que controla a indústria do entretenimento. Tendo em vista que nos últimos anos o número de celebridades encontradas nessas situações aumentou, decidimos criar esta série de vídeos na qual abordaremos as mortes das principais estrelas do cinema e da música para discutir se essas mortes foram resultados de suicídios, homicídios LEIA O RESTANTE AQUI

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"Butterfly Effect" mostra Travis Scott sendo recrutado pela Indústria

[ segunda-feira, 18 de setembro de 2017 | 0 comentários ]

Atrás do visual psicodélico do vídeo de Travis Scott "Butterfly Effect" há uma mensagem escondida, contada através do simbolismo: a introdução de Travis Scott à indústria de entretenimento da elite e ao sistema de controle mental Monarca.

Travis Scott é um rapper e produtor que iniciou sua carreira nos bastidores, colaborando com os cantores Kanye West, Jay-Z e Madonna. Ele então lançou sua carreira solo e, com a música de sucesso "Antidote", Scott encontrou sucesso comercial. Depois, ele foi impulsionado para a vanguarda do mundo do rap. Após o lançamento de seu segundo álbum, "Birds in the Trap Sing McKnight", Scott firmou sua marca registrada e experimentou o estrelato. Pouco depois, as coisas começaram a se tornar... simbólicas.

Embora Scott, às vezes, seja criticado por "fazer rap sobre nada", um tema claro surgiu em seus últimos trabalhos: a programação Monarca (se você não sabe o que é isso, leia este artigo primeiro).

Na verdade, parece que Scott foi recrutado para promover o simbolismo MK da elite para suas hordas de jovens fãs. Quando um novo artista mostra talento, carisma e grande potencial, não demora muito para serem recrutados pela elite. Depois, seu trabalho se torna "contaminado" com sua agenda. Então temos o "efeito borboleta".

Se você precisar de uma prova imediata, este print retirado do vídeo resume tudo em uma única e poderosa imagem:

Travis solta borboletas depois que ele é atingido por 
um raio (representando a terapia com eletrochoque)

Antes de ir mais adiante no significado oculto de "Butterfly Effect", vejamos algumas das coisas que Travis tem se associado nos últimos meses. Elas ilustram que o simbolismo do "Butterfly Effect" não é simplesmente sobre estética, mas sobre Travis Scott sendo usado pela elite oculta para promover seu sistema Monarca.

Travis Scott no "Love Galore" de SZA

Pouco antes do lançamento de "Butterfly Effect", Travis Scott apareceu no vídeo de SZA "Love Galore". Aparentemente, a música fala sobre SZA se arrependendo de voltar com um ex-namorado (interpretado por Scott). No entanto, o simbolismo do vídeo leva as coisas para um nível mais escuro.

No vídeo, SZA e Travis Scott cantam enquanto
 borboletas Monarcas voam ao redor dele.

No quarto, SZA amarra Scott na cama e bate muito nele.

SZA então vai para a janela e olha para fora, em direção a alguém que espera em um carro.

Essa pessoa segura um grande bastão de madeira. Uma 
borboleta monarca pousa na mão da pessoa, insinuando 
que ele é um produto da programação Monarca.

Essa pessoa, então, entra e espanca com fúria Travis Scott até a morte,
 enquanto ouvimos gritos horríveis e vemos muitas gotas de sangue no teto.

Então, vemos a assassina sentada e rindo com sangue por 
toda parte. Uma borboleta monarca está em seu ombro.

Fato interessante: a camisa da assassina tem um 
padrão que se assemelha ao símbolo maçônico.

Então o que tudo isso significa? Aparentemente, SZA contratou uma assassina louca para matar Travis Scott. Ou, sabendo que a programação Monarca é usada para treinar assassinos, a borboleta Monarca sentada na assassina pode sugerir que ela é um produto do MKULTRA.

O vídeo é um aviso para Travis? Ele representa o destino das celebridades que não agem de acordo com o plano, ou seja, são mortas por uma ferramenta da elite?

Seja qual for o caso, "Love Galore" é mais um vídeo que apresenta sangue gratuito, violência e assassinato. Travis foi sugado para o mundo tóxico da cultura monarca. E falando de tóxico...

Curtindo as Jenners

Embora sejam extremamente desinteressantes, encontrei-me pesquisando sobre as Kardashians e as Jenners por TANTO TEMPO. Por quê? Porque eles são a "família nº 1" de Hollywood e encarnam tudo o que está errado com a indústria. Desde ensaios fotográficos sexuais a inúmeras imagens de moda que estão repletas com o simbolismo da programação Beta, sem mencionar a mudança de sexo de Caitlyn Jenner, os Kardashians são usados ​​para servir a agenda da elite. Pior ainda, a família se transformou em uma teia de aranha de Viúvas Negras que atraem celebridades famosas antes de destruí-las (#OndeEstáKanye).

Infelizmente, Travis Scott parece estar preso nessa teia pegajosa, visto que ele é o namorado atual de Kylie Jenner. Ele recentemente fez notícia porque foi pego com uma pintura de Kylie Jenner por alguns paparazzi.

Travis Scott e Kylie Jenner fotografados por um paparazzi.

Como de costume, os meios de comunicação de massa ignoraram completamente a parte mais importante da imagem acima: QUE DIABOS É ESSA PINTURA?

Esta pintura é uma reminiscência de imagens desenhadas
 por sobreviventes reais do Monarca (ou seja, Kim Noble). 
Por que Kylie está andando com isso?

A "pintura" apresenta um homem palito com a boca costurada, fechada (ou alguma coisa assim) e com uma borboleta na cabeça. Algo vermelho parece estar escorrendo no fundo da figura. A pintura também apresenta grandes borboletas, cruzes e o nome "Jack". Em outras palavras, contém um monte de símbolos associados à programação Monarca. Fato relevante: Kylie e Travis recentemente fizeram tatuagens de borboletas. Cuidado, Travis.

Este é o presente de Travis Scott para Kylie para o aniversário dela:

Uma borboleta de U$ 60.000.

Considerando a pintura que vimos acima, a borboleta é mais do que apenas uma borboleta. Trata-se de fazer parte do sistema MK. As imagens em torno de Travis apontam diretamente para isso. E agora, vejamos o vídeo "Butterfly Effect".

Butterfly Effect

O termo "efeito borboleta" é originário da teoria do caos e afirma que pequenas diferenças iniciais podem levar a grandes consequências imprevistas ao longo do tempo. Portanto, podemos assumir que o objetivo de Travis Scott é explicar como as pequenas coisas que ele fez no passado levaram ao seu enorme sucesso e estilo de vida pródigo.


Por essa vida, não posso mudar
Hidden Hills, no fundo
M&M's, doce como o bastão de doces


No entanto, há um duplo sentido acontecendo aqui. De fato, "efeito borboleta" também pode significar "estar sob o efeito do sistema Monarca", o que significaria exatamente o oposto da diversão e da liberdade implícita na letra.

Hidden Hills é um bairro ao norte de Los Angeles, que é o lar de Drake, Kylie Jenner (e o resto da família Kardashian/Jenner - incluindo Kanye West), Miley Cyrus e muitos outros peões da indústria. Por que o "sucesso" está automaticamente associado a viver nessa região geográfica específica? Porque é o centro da elite de Hollywood e é onde ocorre alguns dos seus atos mais sombrios. Embora viver em uma mansão elegante no norte de Los Angeles parece incrível, isso é basicamente uma prisão para muitas celebridades de propriedade da elite.

M&M refere-se a pílulas MDMA - também conhecidas como o êxtase. Enquanto muitos utilizam essa droga por seus efeitos eufóricos, ela também é usada na programação Monarca.


"O êxtase (MDMA) é uma droga de uso ilegal, mas é usada pelo governo e programadores de
culto. Drogas, como o êxtase, aumentam a confiança entre o destinatário e o programador. Seu efeito dura várias horas." 

- Fritz Springmeier, the Illuminati formula to create a mind control slave


Drogas são usadas dentro da sede da elite de Hollywood. O sonho inicial se transforma em um pesadelo claustrofóbico.

No vídeo, Travis anda em um carro esportivo, enquanto as meninas dançam ao seu redor fazendo poses sexy. No entanto, o simbolismo que envolve essas coisas implica que todos eles são "de propriedade" de um sistema extremamente opressivo.

Uma modelo lambe e morde uma maçã com borboletas nela - uma 
maneira simbólica de representar a droga para a programação MK.

Algumas modelos literalmente soltam borboletas, uma
 maneira bastante flagrante de retratar escravos Monarcas.

Observe a maquiagem em torno da boca dessa garota.

As linhas que se estendem a partir de seus lábios recordam uma forma brutal de tortura conhecida como "Glasglow Smile".


Glasglow Smile: Um apelido para a forma de tortura que consiste em cortar o rosto de uma vítima das bordas da boca até a orelha, o corte ou suas cicatrizes formam uma "extensão" do que se assemelha a um sorriso. Normalmente, a vítima recebe um pequeno corte, cerca de 1/4 "-1/2", nos cantos da boca e, em seguida, é ferida ainda mais por chutes, esfaqueamento ou outros meios, fazendo com elas gritam e os cortes rasguem ainda mais.



Será que essa maquiagem "criativa" realmente se refere a um escravo MK sendo submetido à trauma violento?

Uma coisa é certa, o próprio Travis Scott é submetido a uma forma violenta de trauma no vídeo.

Travis Scott é severamente atingido por um raio no final do vídeo.
 Eu acho que é melhor do que ser morto por uma senhora psicopata.

Observe como o cérebro de Travis é realçado em vermelho, implicando 
que o relâmpago está trabalhando em sua mente. Ele solta borboletas, o 
que significa que ele é agora um produto da programação Monarca.

A iluminação é uma referência clara à forma mais utilizada de tortura no controle mental baseado em trauma: terapia com eletrochoque. Através de choques violentos, as vítimas são empurradas para a dissociação total, permitindo que os manipuladores criem múltiplas personalidades.

O vídeo termina com uma escrava super-mega 
Monarca no nível Beta emergindo de um carro esportivo.

Em suma, através de um véu de diversão e psicodelia, o vídeo coloca em jogo um grupo de pessoas jovens e elegantes sob o controle da programação Monarca. Enquanto o vídeo parece retratar o estilo de vida despreocupado de um rapper com muito dinheiro, seu simbolismo conta outra história: "The Hidden Hills" é uma prisão cheia de "drones sem alma" e Travis Scott está envolvido com as mesmas pessoas que fizeram que Kanye West tivesse um colapso mental.

Conclusão

"Butterfly Effect" é um exemplo clássico da insidiosa cultura pop: embora pareça ser sobre diversão e liberdade, é exatamente o oposto. Ela comercializa os horrores da programação Monarca em um pacote visualmente legal e fascinante.

Travis Scott foi "recrutado" pela elite de Hollywood e o intenso simbolismo monarca que o rodeia demonstra claramente isso. Ele estando envolvido com os Jenners é uma maneira de apresentá-lo ao lado escuro da indústria, fazendo dele "um nome familiar". Esperamos que ele não acabe sendo mais um jovem arruinado pelo "feitiço" da família nº 1 de Hollywood.

Fonte: The Vigilant Citizen

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Quem Matou Kurt Cobain? – Os Mistérios de Hollywood – Parte 1

[ domingo, 10 de setembro de 2017 | 13 comentários ]

"Os Mistérios de Hollywood" é a nova série do nosso blog e canal. Desde as nossas primeiras postagens, questionamos como vários artistas morreram em circunstâncias estranhas e dissemos várias vezes que essas mortes poderiam estar relacionadas à elite oculta, que controla a indústria do entretenimento. Tendo em vista que nos últimos anos o número de celebridades encontradas nessas situações aumentou, decidimos criar esta série de vídeos na qual abordaremos as mortes das principais estrelas do cinema e da música para discutir se essas mortes foram resultados de suicídios, homicídios, acidentes ou de algo muito mais profundo que existe em Hollywood.

Na primeira e segunda parte, discutiremos o estranho suicídio de Kurt Cobain. Durante anos, o suicídio de Cobain foi provavelmente a morte de celebridade que mais rendeu teorias alternativas, especialmente porque diversos especialistas contestaram a versão oficial e, até hoje, várias pessoas acham que o caso deveria ser reaberto. Já nas demais partes, deixaremos que vocês escolham quais celebridades deveriam ser abordados nesta série. Então não esqueça de deixar nos comentários.

Lembre-se que não somos especialistas em criminalística e de forma alguma queremos que nossa opinião sobre esses casos seja considerada a "verdade absoluta". Além disso, queremos esclarecer que temos profundo respeito pelos artistas mortos mencionados nesta série.

Assista à primeira parte.


Veja Mais
Amy Winehouse - Mais um Sacrifício Satânico
Lana Del Rey diz "Queria estar Morta" e o Sacrifício da Indústria da Música em "Born to Die" 


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O Significado Oculto de Taylor Swift "Look What You Made Me Do"

[ quinta-feira, 31 de agosto de 2017 | 37 comentários ]

O vídeo de Taylor Swift "Look What You Made Me Do" parece ser sobre ela tirar sarro de seus desafetos e dela mesma. No entanto, o simbolismo do vídeo refere-se diretamente ao lado sinistro da indústria do entretenimento e sua obsessão pelo controle mental.

Taylor Swift não é nova no jogo. No VMA 2009, mencionei que Taylor fez parte de um mega-ritual televisionado. O evento foi sua "iniciação" na indústria do entretenimento. Depois de ter sido "humilhada" por Kanye West durante um discurso, Taylor ressurgiu, vestida de vermelho, como uma artista nova e consagrada. A partir daí, o trabalho de Taylor começou a ser contaminado pelos códigos e simbolismos da elite oculta.

Assista à análise em vídeo:


Oito anos depois, no VMA 2017, Taylor Swift estreia seu novo vídeo "Look What You Made Me Do" (conhecido como LWYMMD no Twitter). A mensagem do vídeo não poderia ser mais clara: ela agora é uma escrava total da indústria. 

A maioria das fontes da mídia que tentaram "decodificar" esse vídeo apontou apenas os "shades" dirigidos a Kanye West, Kim Kardashian, Katy Perry e a seu ex-namorado Calvin Harris. No entanto, ao fazer isso, eles ignoram cerca de 90% das imagens do vídeo. Há algo mais além acontecendo.

Para aqueles que já estão cientes, o vídeo pode ser visto quase como um "tudo o que você precisa saber sobre o simbolismo MK". De fato, o vídeo aborda muitas imagens e conceitos que têm sido discutidos neste site há anos. Aqueles que governam a indústria do entretenimento precisam fazer a cultura monarca estar constantemente na vanguarda da cultura popular. Agora é a vez de Taylor Swift trazê-la em pleno vigor, com um vídeo que está quebrando recordes no YouTube e no Spotify.

LWYMMD é, de fato, um manifesto monarca bastante óbvio. (Se você nunca ouviu falar da programação Monarca, uma subseção do projeto MKULTRA da CIA, leia este artigo primeiro).

O objetivo principal da programação Monarca é programar escravos criando várias personas que podem ser ativadas quando quiserem. A programação Beta (também programação Sex-Kitten) é usada para criar escravos sexuais a fim de serem traficados no submundo da elite oculta.

Notícia rápida: a indústria do entretenimento está cheia de Beta Kittens.

Notícia rápida: A elite se gaba disso nos meios de comunicação usando artistas como Taylor Swift.

Eles a Fizeram Fazer Isso

Para entender o verdadeiro conceito do vídeo, não é necessário analisar muito além do título, que em português traduz-se por "Veja o que você me fez fazer". Isto é, os manipuladores da indústria controlam Taylor Swift e a fazem fazer o que for necessário para promoverem suas agendas.

O vídeo descreve simbolicamente o que acontece com estrelas que ficam presas nos níveis mais altos do setor do entretenimento ocultista. Embora recebam um sucesso insano, elas também se tornam escravas da indústria, sem vida própria. Seu som, imagem e até mesmo sua personalidade são moldados à vontade daqueles que estão nos bastidores. O vídeo não apenas retrata Taylor como uma escrava da indústria, mas também anuncia que ela "subiu" paradoxalmente ao status de "Grande Sacerdotisa". Parece ridículo? Talvez fosse ridículo... se o vídeo não fosse tão direto.

O Vídeo

A mídia de massa tem tentado arduamente decodificar o vídeo. No entanto, a maioria dos críticos perde completamente o principal tópico subjacente.


"O vídeo é divertido, se não um pouco maluco. É certamente o vídeo de música pop mais audaz e ambicioso desde que Beyoncé lançou Lemonade na primavera do ano passado, repleto de pirotecnia e de dezenas de mudanças de figurino, mas não equivale a muito mais do que uma sucessão de imagens desconectadas".

– The Guardian, Look what you made her do: decoding the disses of Taylor Swift’s new video


O vídeo não é uma "sucessão de imagens desconectadas". Na verdade, é muito linear e coerente. No entanto, para entender a narrativa em questão, é preciso saber algumas coisas sobre a programação Monarca.

O video começa com uma Taylor Swift zumbi surgindo dos mortos.

Zumbi Swift sai do túmulo e começa a
 cantar sobre alguém que ela não gosta.


Eu não gosto de seus joguinhos
Não gosto do seu palco inclinado
O papel que você me fez fazer
De boba, não, eu não gosto de você
Eu não gosto do seu crime perfeito
De como você ri quando mente
Você disse que a arma era minha


O primeiro verso é dito ser para Kanye West e/ou Katy Perry porque ambos se apresentaram em palcos inclinados. No entanto, quando se considera o contexto do vídeo, ela também pode estar cantando para seus manipuladores que "jogam joguinhos" para programá-la e que a empurram para "os papéis que eles a colocam para fazer".

Então, vemos a zumbi Taylor enterrando a velha Taylor.


A velha Taylor Swift está morta e está sendo enterrada 
por uma nova Taylor Swift. Esta é uma imagem Monarca
 clássica que representa a criação de uma nova persona.

Essa imagem do cadáver de Taylor está justaposta com a nova persona que está deitada em diamantes.

Taylor está se banhando em diamantes e
 jóias, ao lado de uma única nota de dólar.

Na programação MK, os diamantes são usados ​​para identificar os escravos Sex-Kitten que se elevam ao nível "mais alto" e se tornam "modelos presidenciais".


"Para sinais de reconhecimento, os escravos Monarca usam diamantes para significar que são modelos presidenciais, rubis para significar sua programação Oz para prostituição e esmeraldas para significar sua programação para fazer negócios com drogas".

– Fritz Springmeier, The Illuminati Symbolism to Create Mind Control Slaves


Na próxima cena, Taylor é coroada "alta sacerdotisa" da indústria. Como? Recriando o cartão de tarô da Alta Sacerdotisa.

Taylor senta-se entre dois pilares enquanto serpentes sobem pela escada.

O cartão de tarô da Alta Sacerdotisa  retrata uma 
mulher entre os pilares maçônicos Jaquim e Boaz. 

Em artigos anteriores, afirmei que Madonna era considerada uma Sacerdotisa da indústria. Parece que Taylor já alcançou esse status também.

Mas por que essa grande sacerdotisa está cercada de cobras?

Serpentes por toda parte.

Será que as cobras representam Taylor Swift fazendo o papel de cobra depois de ter sido chamada assim por Kim Kardashian nas mídias sociais? De certo modo, sim. No entanto, considerando o contexto oculto dessa cena, as cobras também representam um conceito mais profundo. De fato, nas escolas de mistérios, a serpente está associada a Lúcifer - o portador da luz - o "salvador" que trouxe o conhecimento para Adão e Eva, convencendo-os a morder a maçã proverbial. Ela é agora uma grande sacerdotisa no sistema da elite oculta.

Em cada pilar está inscrito ET TU BRUTE, uma frase latina que é popularmente traduzida por "Até tu, Brutus?". Essas palavras foram tornadas famosas na peça de William Shakespeare, "Julius Caesar", dito por César enquanto ele estava sendo esfaqueado até a morte pelo seu amigo e protegido Brutus.

O que isso significa no contexto de Taylor Swift? Ela é o Júlio César da indústria que continua sendo esfaqueada por indivíduos mais baixos? Tanto faz. Porque, na próxima cena, entendemos que, apesar de ser uma Sacerdotisa e semelhante a Júlio César, ela ainda está sujeita à vontade de seus manipuladores.

À medida que Taylor repete o trecho da música 
"Veja o que você me fez fazer", ela bate seu carro. 

Taylor parece tão elegante enquanto bate seu 
carro. A autodestruição está tão na moda agora. 

Por que Taylor Swift canta "Olha o que você me fez fazer" enquanto bate seu carro? Quem a fez fazer isso? Quando Swift sai do carro, as coisas ficam simbolicamente claras.

Taylor está vestida com um casaco felino - a maneira de identificar
 as Beta-kitten da elite oculta. Para tornar as coisas mais óbvias, há 
um felino ao lado dela. Ela está segurando seu troféu do Grammy, 
lembrando-nos do verdadeiro custo de estar sob esse doce holofote.

Quando Swift canta "olha o que você me fez fazer", ela está realmente cantando para a indústria que a possui. Ela controla sua ascensão para o sucesso e suas quedas, empurrando-a para a auto-destruição (e até a morte), se necessário.

A próxima cena mostra claramente o que realmente significa ser uma estrela da elite.

Taylor senta-se em um balanço dentro de uma gaiola de pássaros.

Os seres humanos presos em gaiolas de pássaros são um símbolo recorrente para identificar escravos MK na cultura popular. Esse símbolo específico foi identificado várias vezes nas nossas análises.

Enquanto balança na gaiola, Taylor canta:


Eu não gosto das chaves do seu reino
Elas um dia já pertenceram a mim


Esse é um vocabulário MKULTRA flagrante. Os manipuladores na programação MK obtêm as "chaves do reino" de um escravo ao tomar controle de sua personalidade principal - seu verdadeiro eu.

Embora ela esteja bebendo champanhe e comendo lagosta
 (representando a boa vida), Taylor está presa atrás das grades, enquanto
 um grupo de guardas observa todos os seus movimentos. Ela não é livre.

As próximas cenas representam Swift como uma Beta Kitten que lidera um grupo de outras Beta-kittens.

Aqui, Taylor Swift usa uma máscara de gatinha enquanto usa 
uma camisa Gucci que possui uma cabeça felina. Na camisa estão
 as palavras "cego pelo amor". Os escravos MK são de fato cegos. 

Na cena acima, Taylor e seus seguidores ganham dinheiro com uma empresa de streaming. Foi isso o que realmente aconteceu?

Em outra cena, Taylor é a chefe de um exército de meninas. 

 Taylor fala com uma multidão de meninas
 enquanto gatinhos hipnóticos aparecem nos telões.

De acordo com a mídia de massa, essa cena estaria imitando o "time" de modelos com o qual Taylor gosta de sair. Isso pode estar correto. No entanto, as imagens são muito mais profundas do que isso.

As meninas parecem ser de plástico 
sem vida, como robôs. Novas Beta Kittens.

Como uma alta sacerdotisa, Taylor tem poder e influência sobre a próxima geração de "robôs" da indústria.

Aqui, as robôs estão no chão, sem vida e desmembradas. Mais uma vez, 
esta é uma maneira clássica de descrever os escravos MK que ficam impotentes 
fraturados. Apesar de Taylor ser colocada em uma posição de poder, ela 
usa uma enorme gargantilha, lembrando-nos de que ela também continua
 sendo uma escrava Beta.

A Velha Taylor Está Morta

O final do vídeo descreve a morte da " antiga Taylor" e o nascimento de mais uma persona.

Vestida de preto, a nova Taylor se sobressai
 entre as suas personalidades anteriores.

Enquanto canta "Look What You Made Me Do", Taylor dança
 ao estilo de Beyoncé. Sim, eles a fizeram dançar assim, e, também, 
eles mandaram-na fazer aquele sinal sutil do "um olho". 

A próxima cena é outro clássico simbolismo monarca.

Swift se afasta de um carro explodindo 
enquanto usa o uniforme Beta Kitten.

Esta cena é mais um cliché da indústria Monarca. Precisa de um exemplo? Ok, aqui está a cena final do vídeo de Iggy Azalea, "Change Your Life".

Iggy Azalea se afasta de um carro em chamas enquanto está vestindo 
uma blusa com um grande Olho que tudo vê (símbolo dos escravos da 
indústria). O clube de striptease é chamado "Cheetahs" - uma referência
 à programação Beta Kitten. Veja o meu artigo sobre este vídeo aqui.

Então Taylor diz:


"Me desculpe, a velha Taylor não pode vir ao telefone agora".

"Por quê? Porque ela está morta!"


O vídeo termina com as múltiplas personas de Taylor Swift discutindo uma com a outra.

Ao longo dos anos e com cada álbum, Taylor trocou estilos
 e personas. Nesta cena, todas elas discutem uma com as outras, 
mostrando como elas são diferentes e criadas artificialmente.

Em um momento, a Taylor zumbi diz a Taylor dos primeiros dias:


"Parem de agir como se vocês fossem todas legais. Vocês são tão falsas".


Esse é o objetivo de tudo. Tudo a respeito dela é falso. Ela sempre será remoldada e remoldada para atender a vontade de seus manipuladores. Qual delas é a Taylor real? Quem é que sabe? Oh, seus manipuladores sabem.

Conclusão

Alguns podem dizer: "Cara, você está exagerando. Esse vídeo é sobre Taylor Swift dando o troco em Kanye, Kim, Katy, Calvin e outros. É isso aí. Eu li isso no E!Online, então eu já sei tudo, cara." Mas, irmão, pense nisso por um segundo. Kanye entrou num completo colapso no ano passado e foi internado num hospital à força. Ele supostamente sofreu perda de memória e ainda não se recuperou. Toda a família Kardashian/Jenner tem estado, há anos, relacionada a tudo sobre a programação Beta-Kitten e Katy Perry tem sido uma ferramenta da elite há anos. Em suma, estamos testemunhando marionetas insultando outras marionetas. Nos bastidores, os mestres de marionetes são os mesmos. Não há uma "treta" de verdade, apenas dramas ridículos e fabricados de pessoas que vivem em um ambiente tóxico.

Como em tudo na história, a verdade sobre LWYMMD está no simbolismo. Através de imagens fortes, o vídeo retrata Taylor Swift em ascensão num sistema sinistro de controle e exploração. Estrelas como Taylor estão à mercê das pessoas que as controlam. E quando esses artistas são mandados fazer algo, seja construtivo ou autodestrutivo, eles ou fazem ou entram em colapso. E quando eles o fazem, tudo o que podem dizer é: "Olha o que você me fez fazer".

Fonte: VC

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O Significado Oculto de Kendrick Lamar e Rihanna "Loyalty"

[ quarta-feira, 16 de agosto de 2017 | 10 comentários ]

Assista à análise do vídeo de Kendrick Lamar feat. Rihanna "Loyalty".


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Modelos denunciam Práticas Sádicas no Mundo da Moda

[ domingo, 13 de agosto de 2017 | 6 comentários ]

Depois de anos de silêncio, as modelos estão falando contra o comportamento sádico de pessoas na indústria da moda, onde o abuso, a exploração e até mesmo a tortura são desenfreadas. E essa é apenas a ponta do iceberg.

Ensaios fotográficos de moda muitas vezes apresentam fotos onde o abuso e a violência são celebrados e até glamorizados. Esse abuso é, no entanto, não apenas feito para as câmeras - também acontece nos bastidores, de forma real. Na verdade, as fotos perturbadoras que são muitas vezes publicadas por grandes revistas são sintomáticas de uma indústria que é doentia até à raiz, com uma mentalidade que está empenhada na desumanização e na exploração humana.

Um artigo no Daily Mail detalhou relatos de pessoas dessa indústria que testemunharam ou foram submetidas a tratamento sádico.


"James Scully, agente de modelos de passarela e veterano da indústria, que trabalhou com os designers Stella McCartney e Tom Ford, criticou ferozmente Balenciaga em uma postagem chocante na rede social de compartilhamento de fotos Instagram, onde ele acusou os diretores da grife de tratar meninas como gado em um mercado de carne.

"Fiquei muito perturbado ao escutar de algumas garotas nesta manhã que... eles fizeram mais de 150 garotas ficarem esperando numa escada, disseram-lhes que teriam que ficar mais de três horas para serem vistas e não podiam sair", ele escreveu. "Como de costume, eles fecharam a porta, foram almoçar e desligaram as luzes para a escada, deixando todas as garotas com apenas as luzes de seus celulares para enxergar. Isso não foi apenas algo sádico e cruel quanto perigoso e deixou algumas das meninas com quem falei traumatizadas... Elas se recusam a serem tratadas como animais".

Scully acusou outra empresa de moda, que ele não deu nome, de tentar "se esgueirar" em modelos de 15 anos (a idade legal mínima é de 16) para o show, acrescentando: "Muitas dessas modelos estão abaixo da idade de 18 e claramente não estão aptas para estarem aqui". 

 Suas alegações chocaram o mundo da moda. 

– Daily Mail, Sadism on the catwalk: Locked in the dark for hours, starved and preyed on… here, models reveal the ugly truth behind fashion’s glittering façade


A modelo britânica e garota da capa Vogue, Edie Campbell, 26, explicou que esse tipo de tratamento é comum no mundo da moda.


"Isso provavelmente não é também o exemplo mais chocante que eu ouvi", disse ela. "Eu testemunhei muitas coisas perturbadoras. Eu vi meninas serem ditas para dar voltas correndo em torno do estúdio. O problema com a moda é que é uma indústria muito informal. Os limites são cruzados e permitem que as pessoas se comportem de maneiras que nunca seriam aceitas em qualquer outro ambiente de 'trabalho'. Visto que as meninas estão desesperadas pelo trabalho, elas são facilmente exploradas."

"É também um sistema fechado. Se você fala, você enfrenta a ameaça de nunca mais trabalhar. E é por isso que o que o James está fazendo é tão corajoso e deve ser aplaudido". 

- Ibid.


Outras modelos afirmam que o abuso sexual também é um grande problema na indústria... e que a indústria está cheia de modelos menores de idade.


"As principais modelos britânicas revelaram que sofrem regularmente tratamentos degradantes e humilhantes nas mãos de diretores, agências e fotógrafos de seleção.

Enquanto algumas relatam manipulação emocional e bullying, outras afirmam terem sofrido abusos físicos e até mesmo sexuais no trabalho.

Entre as histórias de horror estão a da modelo que teve o corpo desenhado com um marcador permanente para mostrar quais partes de seu corpo estavam "gordas"; a modelo que foi mandada correr em torno de um estúdio com salto alto até que entrou em colapso; as esperançosas ficaram em uma sala por dez horas sem comida ou água e as modelos que tiveram o cabelo cortado sem o consentimento delas.

Depois, há a história terrível da modelo que perdeu permanentemente a sensação nos dedos dos pés depois de ter sido colocada o resto do dia com sapatos que eram muito pequenos.

A modelo londrina Rosalie Nelson, de 25 anos, trabalha de modelo há seis anos e diz que ela perdeu a conta das vezes que sofreu abusos.

"Eu tive mechas de cabelo cortadas sem que perguntassem se ficaria bom", ela explica. "Eu fui perfurada com agulhas e alfinetes; minha pele foi cortada e puxada por clipes".

"Eu estive em audições em Londres, onde existem centenas de modelos e apenas algumas cadeiras fornecidas. Às vezes, há um distribuidor de água ou máquina de venda automática, mas muitas vezes não há nada.

"Estive em ensaios por até dez horas, onde nenhum alimento era fornecido. A mensagem subjacente é sempre a de que você não deve comer".

Uma das suas piores experiências veio em 2014 em uma grande agência de modelos do Reino Unido - que ela não vai dar nome - onde Rosalie foi informada que teria que perder peso se quisesse trabalhar.

"Fiz exatamente isso e perdi mais de dez quilos e dois centímetros de meus quadris", diz ela. "Quando eu voltei para ver essa agência, eles disseram que estava fazendo progresso, mas eles queriam que eu chegasse até o osso. Eu não poderia imaginar ficar mais magra. Senti-me fisicamente e emocionalmente exausta. Se eu fosse mais jovem e mais ingênua, eu poderia ter continuado em frente e causado mais danos a mim mesma".

Falando sob anonimato, outras modelos do Reino Unido afirmam ter sido presas em salas de audições numa ocasião por três horas; forçadas a trabalhar até que estivessem tão exaustas que desmaiaram e "humilhadas por causa da gordura" por agentes que se recusaram a chamá-las pelo nome.

Quando um grupo de modelos, fraco depois de várias horas sem comida ou água, ligou pedindo uma pizza no estúdio onde elas estavam fazendo uma audição, o diretor de elenco as chamou de "porcos" e as mandou para casa".

- Ibid.


A modelo Rosalie Nelson falou ainda mais sobre o comportamento abusivo dos fotógrafos.


Rosalie Nelson participou de uma sessão de fotos em seu estúdio de Londres em 2011, durante a qual o fotógrafo perguntou-lhe uma série de perguntas lascivas e cada vez mais pessoais.

"Ele veio em minha direção com a câmera repetidamente dizendo: 'você é vulnerável, você é muito vulnerável', até que ele estava bem perto de mim", lembra Roswell. "Eu continuei com o ensaio, pois ele não me tocou. Passamos para o ensaio de lingerie, onde ele repetidamente me empurrou antes de ficar na minha frente com a virilha na minha cara. Levantei e me vesti... quando saí do ensaio, me senti estasiada e abalada, e ele me forçou um abraço".

Trinta por cento das modelos relata terem sido tocadas de forma inadequada no trabalho, enquanto 28 por cento diz que foram pressionadas a ter relações sexuais com alguém no trabalho. Em nenhuma outra indústria, um comportamento como esse - e as histórias de terror dos bastidores - seria tão comum".

- Ibid.


O problema é que a indústria da moda não é um local de trabalho típico. É uma bolha social informal que é governada por pessoas ligadas à elite oculta. O filme "Demônio de Neon" (analisado neste artigo) revela como a mentalidade do mundo da moda tem raízes em seu submundo sombrio e oculto onde ocorrem abusos, controle mental, exploração infantil e rituais bizarros. O que foi "revelado" pelo artigo acima é apenas a ponta do iceberg. Isso é sintomático de um sistema doentio até à raiz.

Fonte: VC

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