O SIGNIFICADO OCULTO DE KATY PERRY "HEY HEY HEY"

O vídeo de Katy Perry "Hey Hey Hey" é mais uma dica de como a indústria controla seus artistas - por meio da programação monarca. Aparentemente, o vídeo traz apenas referências a personagens históricos, como Joana d'Arc e a rainha Maria Antonieta. No entanto, quando analisamos os símbolos que acompanham o contexto, percebemos que a narrativa do vídeo conta uma outra história: a triste ilusão de uma escrava monarca que sonha em se libertar, porém o final é sempre o mesmo: o escravo LEIA O RESTANTE AQUI

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O Plano Mestre - Parte 11 - Os Filhos de Sião

[ quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018 | 0 comentários ]

"Os Filhos de Sião" é a décima primeira parte da série "O Plano Mestre" (se você ainda não viu a última parte, clique aqui) e mostra como a Grande Irmandade usa as religiões para criar conflitos. 

As religiões existem há milênios, e muitas delas surgiram basicamente da mesma fonte. No entanto, elas estiveram em conflito umas contra as outras várias vezes. Tanto o Cristianismo quanto o Judaísmo já foram colocados contra o Islamismo em algum momento. A criação do Estado de Israel no século 20 é um dos exemplos mais gritantes de como a Irmandade coloca as religiões umas contra as outras. O Sionismo foi  um movimento político 100% de acordo com Agenda da Elite e usou o Judaísmo e os judeus para abrir caminho nas terras ricas em óleo do Oriente Médio e criar conflitos com o mundo islâmico, que têm durado eternamente, pois o truque antigo para quem quer manipular é dividir para conquistar.


Veja Mais 
O Plano Mestre - Parte 10 - A Fórmula da Manipulação 
O Plano Mestre - Parte 9 - A Grande Irmandade

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5 Motivos pelos quais o Grammy 2018 foi um Fracasso

[ domingo, 4 de fevereiro de 2018 | 9 comentários ]

O Grammy 2018 exemplificou exatamente como a elite de Hollywood está completamente alheia ao público americano.

Sem sal, chato, irritante, hipócrita, alheio, moralizante, desastroso - estou descrevendo o Grammy 2018. E, se você leu os artigos anteriores sobre o Grammy, meu relacionamento de longa data com essa premiação já me causou muita dor e sofrimento.

Este ano foi ainda pior do que o habitual. Claro, esperávamos aquela mesma "ostentação de virtude" de nossos novos superiores morais: A "Santíssima Hollywood". Mas não esperávamos que essa sessão de lavagem cerebral de 3 horas e meia fosse tão estranha e desastrosa. Quase todas as pseudo-celebridades que receberam o microfone tiveram que dar um sermão.

Apesar de toda essa conversa, ninguém tinha uma opinião verdadeiramente pessoal, ninguém tinha uma visão original e nem mesmo trazia nuances ou reflexões pessoais. Todo mundo estava apenas repetindo as mesmas frases que podia repetir. Quando Luis Fonsi cantando "Despacito" se torna um alívio bem recebido, você sabe que algo está terrivelmente errado.

Aqui estão as 5 principais razões pelas quais o Grammy 2018 fracassou completamente.

#5: U2? Sério?

Apesar do fato de U2 não ter sido nomeado para receber Grammy este ano, a banda foi colocada dentro e fora do palco, não uma vez, nem duas vezes, mas três vezes. U2 estava lá no início com Kendrick Lamar, pois eles foram trazidos de volta no final para anunciar o álbum do ano e depois eles apresentaram um novo single que ninguém realmente queria ouvir: "Get Out of Your Own Way".

A performance ocorreu em frente à Estátua da 
Liberdade enquanto olhos eram projetados atrás da banda.

A canção fala dos Estados Unidos e de sua política de imigração.

No final, Bono pegou um megafone pintado de bandeira 
dos EUA e começou a gritar um monte de coisas.

O print acima é altamente simbólico. Ele diz que Bono está falando pelos americanos... embora ele seja irlandês.

O vídeo dessa música - criado por cineastas de Israel - transmite mensagens específicas que também aparecem em outros vídeos populares.

O vídeo apresenta imagens como a Estátua da Liberdade 
que desmorona quando um coquetel molotov acende.

Ele também mostra queima de dinheiro americano. O vídeo Justin 
Timberlake "Supplies" também mostra coquetéis molotov e queima 
de dinheiro americana (leia o artigo sobre isso aqui). Eles estão
 nos dizendo algo aqui.

Apesar da intensa promoção, a música não é um sucesso. Ela mal chegou a 1 milhão de visualizações no YouTube, mesmo após a apresentação do Grammy. Talvez eles deveriam forçar 500 milhões de usuários do iTunes a baixar a música para que possam ouvi-la. Oh, espere, eles já fizeram esse ato assustador em 2014.

Então, por que o U2 estava no Grammy? Por que essa música específica foi executada? A resposta pode ser encontrada na seguinte imagem.

Bono e George Soros no Fórum Econômico Mundial.

George Soros é uma das pessoas mais influentes que molda a economia, a política e as questões sociais do mundo. Sua Open Society Foundations opera com um orçamento perto de um bilhão de dólares por ano e está fortemente implicada nas políticas sociais de quase todas as nações do mundo. Não abordarei todas as formas em que essa Fundação transforma a sociedade moderna, mas uma das principais questões é a promoção de fronteiras abertas.

Bono é muito próximo de Soros (aqui está um vídeo dele o elogiando por 3 minutos). "Get Out Your Own Way" é basicamente um infomercial para a agenda de Soros. É por isso que foi promovido durante o Grammy, enquanto outras músicas e artistas foram ignorados.

Embora Bono adore se vestir com uma "roupagem de caridade", ele não pratica o que prega. Em 2006, a banda causou controvérsia quando transferiu suas operações de sua Irlanda natal para a Holanda para evitar o pagamento de impostos. Em 2017, Bono foi mencionado no Paradise Papers por investir em empresas que estavam sonegando impostos.

# 4: Hillary Clinton? Sério?

Um dos piores momentos do show de horrores que foi o Grammy foi a aparição "surpresa" de Hillary Clinton. Sua leitura sobre Donald Trump comendo no McDonald's foi uma política insignificante no seu pior - uma propaganda política intransigente e desastrosa que ainda conseguiu perder sua marca. Tudo o que isso realmente conseguiu foi lembrar o mundo de que Hillary era a única alternativa para Trump.

Ainda mais estranho foi o entusiasmo excessivo quando Hillary apareceu na tela.

"Êêêê! É Hillary Clinton! Uhulll!" 

Eu me pergunto o que teria sido a reação do público se fosse mostrada esta foto...

"Ei, é Harvey Weinstein! Foraaaaa! Hashtag 
MeToo! Hashtag Time's Up! Foraaaaa!" 

Ok, agora, e se o público tivesse visto estas imagens...

"Êêêê, é a Hillary! Espere, quero dizer, fora, 
Weinstein! Espere, quero dizer..." *A mente bugou*

Algumas semanas antes dos Grammy, outra figura poderosa atraiu aplausos depois de um discurso muito assustador.

"Êêê, é a Oprah! Tão corajosa! 
Oprah para Presidente!" 

"Êêêê, é a Oprah! Quero dizer, fora Weinstein!
 Quero dizer..." *A mente bugou de novo*

#3: Kesha "Praying"

Eu realmente sinto por Kesha. Durante anos, relatei como ela foi forçada a cantar músicas que ela odiava e sobre seu abuso nas mãos do Dr. Luke. Não há dúvida de que a mensagem por trás de sua música "Praying" seja poderosa. No entanto, o fato triste é: ela ainda está sob o controle do Dr. Luke e sua gravadora Kemosabe Records. Kesha tentou quebrar seu contrato nos anos anteriores, que foi negado pelo tribunal.

O olho que tudo vê na mão de Kesha: a prova 
visível de que ela está sob o controle da indústria.

O meu vídeo analisando "Praying" de Kesha é um triste lembrete de que ela ainda é propriedade da indústria, expliquei como o vídeo (dirigido por um favorito da indústria, Jonas Akerlund) simbolicamente revela que ela ainda é uma escrava da indústria. Embora "Praying" seja sobre Kesha "libertar-se" de Dr. Luke, uma parte de cada álbum vendido ainda vai direto para os bolsos dele.

Após a apresentação, a Sony Music, a empresa-mãe da Kemosabe Records, publicou um tweet que elogiava Kesha... para depois excluí-lo.


A coisa toda foi um exemplo perfeito de hipocrisia na indústria da música.

#2: Chefe do Grammy Acusado de Sexismo


Apesar de criar um dos mais intensos eventos de "ostentação de virtude" de todos os tempos, o presidente do Grammy, Neil Portnow, ainda encontrou uma maneira de ser acusado de sexismo. Depois que ele foi questionado sobre o baixo número de nomeações e vencedoras mulheres, Portnow respondeu:


"Tem que começar com... mulheres que têm a criatividade em seus corações e almas, que querem ser musicistas, que querem ser engenheiras, produtoras e querem fazer parte da indústria no nível executivo", disse ele. "[Elas precisam] crescer porque eu acho que seriam bem-vindas".


Pink, Sheryl Crow, Kelly Clarkson e outras responderam para Portnow, afirmando que não precisavam "crescer". Portnow então recuou, pediu desculpas e até anunciou algum tipo de "plano de ação" para abordar o preconceito de gênero na música (ou seja lá o que for).

Isso não impediu que algumas celebridades exigissem a renúncia de Portnow, visto que uma petição com mais de 10.000 assinaturas circulou online.

A indústria do entretenimento criou para si um clima tão tenso e vingativo que os "ostentadores de virtude" estão realmente se agarrando até a morte. É uma visão bastante patética de se ver.

Enquanto isso, menos americanos do que nunca se preocupam com isso.

#1: O Grammy Menos Assistido

O Grammy 2018 registrou a menor audiência da história no grupo demográfico de adultos entre 18-49 anos. No total, a cerimônia foi assistida por 19,8 milhões de telespectadores, uma queda de 24% em relação à cerimônia do ano passado.

Várias teorias tentam explicar o motivo dessa queda acentuada.


Haverá uma série de teorias para explicar o declínio. Embora o Grammy tivesse um time de grandes artistas - incluindo Kendrick Lamar, U2 e Rihanna - , muitos "superstars", incluindo Taylor Swift, Drake e Kanye West, não compareceram. 

As cerimônias de premiação também se tornaram cada vez mais políticas, com apresentadores celebridades e vencedores desempenhando o papel de fanáticos políticos. O Grammy, que foi transmitido pela CBS, não foi diferente no domingo, com vários artistas trazendo o tema da imigração e do movimento #MeToo. U2 performou em uma balsa em frente da Estátua da Liberdade, uma performance não exatamente sutil em seu simbolismo, e Hillary Clinton apareceu em um segmento gravado, lendo sobre a preferência do presidente Trump pela comida do McDonald's, do best-seller de Michael Wolff, "Fire and Fury: Inside the Trump White House."

Nikki R. Haley, a embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, deu voz aos defensores do "cale a boca e cante". "Sempre amei o Grammy, mas fazer os artistas lerem o livro 'Fire and Fury' matou", escreveu a Sra. Haley em um tweet durante o evento. "Não estrague uma ótima música com lixo. Alguns de nós amamos a música sem política jogada em cima. 

– The New York Times, Ratings for Grammy Awards Drop 24 Percent


Como se estivessem esperando que os telespectadores fossem tentar se matar após esse fiasco, o rapper Logic surgiu para cantar sobre o número de prevenção ao suicídio.

Você não está sozinho... O Grammy realmente foi um droga.

A queda acentuada na audiência foi provavelmente um resultado combinado de tudo mencionado acima, e o mais importante ainda, isso é sintomático de uma crescente divisão na América, onde uma grande parte do público simplesmente não se relaciona com a agenda óbvia que está sendo pressionada pelos meios de comunicação de massa. Como afirmado acima, essa agenda não vem do "povo", mas de uma elite globalista que busca criar um mundo sem fronteiras, sem gênero e sem princípios.

Os valores, as perspectivas e as prioridades de muitos americanos simplesmente não coincidem com os vistos na TV. A mídia de massa perdeu sua relevância e sua credibilidade. Muitos vêem através da superficialidade e da hipocrisia da "ostentação de virtude" de Hollywood. E eles estão cansados disso. Eles perceberam que a maioria dessas pessoas apenas "mostra preocupação" quando a câmera está ligada.

Aqui está uma ideia: ao invés de desfilar com vestidos pretos, rosas, laços, alfinetes ou qualquer outra coisa, que tal denunciar o abuso de crianças desenfreado que tem acontecido em Hollywood há décadas? Como fazer com que as autoridades atuem sobre esta prática horrível com investigações reais, prisões, julgamentos e punições? Que tal parar com as hashtags e os sermões e realmente agir?  
Mas isso seria muito real. E Hollywood não lida com o real.


Fonte: The Vigilant Citizen


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Sweet Jesus: O Marketing Perturbador de Uma Rede Popular de Sorvetes

[ quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018 | 13 comentários ]

O marketing envolvendo a Sweet Jesus baseia-se em simbolismo satânico misturado com imagens de crianças em situações assustadoras e questionáveis.

Sweet Jesus é uma rede de sorvetes absurdamente popular que existe há alguns anos e está se expandindo rapidamente no Canadá e nos Estados Unidos. Considerado "o sorvete mais superestimado de Toronto" pelo Globe and Mail, Sweet Jesus, no entanto, atrai grandes multidões diariamente. A rede tem desfrutado de muita cobertura da mídia e visto que suas lojas são feitas sob medida para serem "perfeitas para uma foto no Instagram", Sweet Jesus está em toda a mídia social.

A rede não serve apenas sorvete para seus clientes: a "experiência" também envolve imagens intensas e referências bíblicas. Essa peculiaridade levou até mesmo à publicação de um longo artigo no Medium que analisa o "simbolismo cristão" da loja. Embora o artigo seja muito aprofundado e use todos os tipos de referências, ele perdeu completamente o ponto: o simbolismo não é cristão, é satânico, porque simbolismo satânico baseia-se na inversão e corrupção de símbolos cristãos e referências bíblicas.

O logotipo consiste nas palavras Sweet Jesus combinadas 
com dois símbolos satânicos: uma cruz invertida e um raio.

Esses dois símbolos são uma parte importante do visual da Igreja de Satanás.

Um altar da Igreja de Satanás com cruzes invertidas. 

Para aqueles que dizem: "A cruz invertida não é satânica, é na verdade a Cruz de São Pedro. Eu li isso na Wikipédia". Não! Neste contexto, é satânico. As missas negras satânicas são todas sobre a inversão de símbolos cristãos para representar uma filosofia diametralmente invertida.

O símbolo do relâmpago também prevalece no satanismo. Provavelmente, ele se originou da passagem da Bíblia onde Jesus diz: "Vi Satanás caindo como um raio do céu".


O sigilo de Anton Lavey (o fundador da Igreja de Satanás) 
possui um raio dentro de um pentagrama invertido. Um sigilo
 é um símbolo usado na magia cerimonial para representar o
 que o mago faz (e invocar demônios).

Um cartaz promocional do Marilyn Manson. 
Ele é um membro da Igreja de Satanás. 

Esses dois símbolos compõem o logotipo da Sweet Jesus.

O logo da Sweet Jesus na frente de uma loja.

Também está em seus copos.

Cruz invertida, relâmpago, pirâmide, globos
 oculares. Lembra da época quando tomar um
 sorvete não era um ritual satânico?

O marketing da marca é todo relacionado a simbolismo satânico.

"Sweet Jesus - Glutonaria por prazer". Isso é 
engraçado porque a gula é considerada um dos sete 
pecados capitais por algumas denominações cristãs. 

"Coma como se fosse sua última ceia". Referência 
à passagem bíblica da última ceia de Jesus.

Outros anúncios combinam os símbolos do cristianismo com insinuações sexuais sutis. 

"Deixe a Sweet (relâmpago) (cruz invertida) 
Jesus entrar na sua boca"... Não, obrigado.

"O amor é paciente, o amor é amável" é o início de um verso bíblico
 popular. Esse trecho é seguido no anúncio por "mas você não pode 
lamber, então quem se importa". O palito do sorvete é colocado de 
maneira fálica. Existem símbolos satânicos no cálice.

Este anúncio cita o mandamento sobre o uso do nome do Senhor em 
vão... seguido de, é claro, símbolos satânicos na tábua do mandamento.

Aqui está outro "projeto" do mesmo designer gráfico. Visto que não é um anúncio vendendo sorvete, ele é um pouco mais... flagrante.

Outra criação do designer gráfico Murilo Maciel.

Sweet Jesus também criou anúncios envolvendo crianças. E eles são muito assustadores, e não assustadoramente divertidos. Eles confirmam que não se trata simplesmente de ser "da hora"... há uma conexão com o lado mais sombrio e sinistro da elite oculta: recrutar crianças.

Usando Crianças

A maioria do marketing envolvendo a Sweet Jesus é sobre fotos do estilo de revista de moda envolvendo crianças e sorvete. Pode-se pensar: "Bem, isso é normal o bastante, certo? As crianças adoram sorvete. "Mas essas imagens envolvem crianças de maneira assustadora. Na melhor das hipóteses, as fotos "adultizam" as crianças. Na pior das hipóteses, elas as sexualizam.

Este garoto está vestido como um marinheiro e está fazendo todos 
os tipos de coisas de adultos: fumando, usando tatuagens, bebendo 
café numa xícara com um logotipo satânico, mas, o mais importante,
 por que o menino tem um olho ferido? Abuso infantil?

Esta foto é muito assustadora. Em primeiro lugar, tudo isso é uma 
reminiscência do mundo horrivelmente explorador de desfiles infantis. Esta
 garota loira é assustadoramente semelhante a JonBenet Ramsey - a estrela 
mirim que foi assassinada de forma selvagem em circunstâncias bizarras. 
Para tornar as coisas ainda mais perturbadoras, a menina tem orelhas 
de coelho - não muito diferentes das coelhos Playboy.

O Instagram da empresa apresentou esta imagem "dos 
bastidores" daquela imagem acima. Observe os comentários. (Uma pessoa
 pergunta "referência a pedofilia?" E o outros dizem "com certeza.")

Estes dois meninos têm máscaras de animais estranhas na cabeça.
 Você sabe quem mais adora usar máscaras de animais estranhas?

Esses caras! (Esta é uma imagem do site da Igreja de Satanás).

Esta menina tem um olho enfatizado por uma
 lupa - efetivamente fazendo o sinal de um olho. 
haste da lupa é na verdade um chifre.

Em círculos ocultos, segurar chifres de animais representa o poder de Baphomet.

A ocultista Marina Abramovic segurando os 
chifres de uma cabra. Significado oculto poderoso.

Essa garota tem uma "coroa" feita do que parece 
ser chifres. Parece que ela tem sangue em sua mão 
também está chupando seu polegar. 

Um garoto sem camisa. Ele tem os 
símbolos satânicos em seus óculos. 

O pessoal da Sweet Jesus doando para o "Sick Kids"... 
Não antes de ensinar as crianças a fazer o "chifre do diabo".

Conclusão

Associar a aos coisas "diabo" não é novidade. No entanto, Sweet Jesus faz muito mais. Não se trata apenas de "imagens da hora", trata-se de uma cultura inteira que está perfeitamente em linha com a elite oculta.

Como visto em artigos anteriores neste site, uma agenda principal da elite oculta é a normalização do poderoso simbolismo satânico, que se baseia na corrupção e inversão de símbolos cristãos. Mas essa é apenas a superfície dela. O marketing de Sweet Jesus também implica sutilmente na corrupção e profanação de crianças. É aí que as coisas deixam de ser "da hora" e a cabeça feia do mal aparece, e não há nada de doce nisso.

Fonte: The Vigilant Citizen

Veja Mais
Chefe da Campanha de Hillary Clinton em Jantar Oculto de Marina Abramovic
Lil Uzi Vert “XO Tour Llif3” é Explicitamente Satânico


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Justin Timberlake "Supplies": A Grande Psicologia Reversa Illuminati

[ domingo, 21 de janeiro de 2018 | 25 comentários ]

Qual o significado da música "Supplies" de Justin Timberlake? Por que pessoas estão adorando uma pirâmide Illuminati? Aqui está uma análise do simbolismo intenso no vídeo da música "Supplies".

"Supplies" mostra Justin Timberlake e seu interesse amoroso - interpretado pela atriz mexicana Eiza Gonzalez Reyna - correndo e fazendo barulho numa sociedade distópica. Embora o cenário seja um pouco futurista, os temas abordados são muito 2017: #MeToo, racismo, imigração, feminismo, Harvey Weinstein, "Black Lives Matter" e, claro, Donald Trump.

Na cena mais impressionante do vídeo, uma multidão de pessoas adora uma pirâmide Illuminati gigantesca que emite luz. Então, Reyna, que desempenha o papel de líder rebelde, incendeia a pirâmide. Mais tarde, o mundo está aparentemente em ruínas. O que está acontecendo? O vídeo é um apelo para uma revolta? Justin Timberlake é agora um rebelde problemático?

Na verdade, não. O vídeo é uma chamada para... não fazer nada. É simplesmente parte da gigantesca onda de mídia de massa que está definindo o que pode e deve ser discutido e o que pode e deve ser celebrado. Faz parte da técnica de comunicação chamada "agenda-setting" ou hipótese do agendamento:


"Agenda-setting" é a criação da conscientização pública e a preocupação de questões importantes pelas mídias de notícias. Além disso, a agenda define a forma como a mídia tenta influenciar os espectadores e estabelece uma hierarquia de prevalência de notícias. Dois pressupostos básicos subjazem a maioria das pesquisas sobre agenda-setting: 

- a imprensa e a mídia não refletem a realidade; elas a filtram e a moldam; 
- a concentração da mídia em algumas questões e assuntos leva o público a perceber essas questões como mais importantes do que outras questões.

Essas demonstrações fundamentais foram estabelecidas medindo as mudanças na relevância através do uso de pesquisas com a presença de cobertura de notícias mais frequentes.

- Wikipedia, "Agenda-Setting"


Há uma série de agenda que está acontecendo em "Supplies". Como tantos outros vídeos no momento, ele ajuda a definir o que as massas devem se preocupar (ou ficar obcecada) nos dias de hoje. No entanto, para alcançar os jovens, a agenda está vestida com uma roupagem de "revolta contra um sistema opressivo", mas não há uma "revolta" real, apenas um fantoche da indústria fazendo o que lhe foi mandado falar para as câmeras. Depois, ele pega seu dinheiro que recebe da RCA Records e volta para sua mansão.

Eterna Marionete

Justin Timberlake começou sua carreira na indústria do entretenimento aos 11 anos como parte do elenco do Clube do Mickey Mouse, ao lado de várias futuras estrelas da indústria.

Esta edição do Clube do Mickey Mouse incluia Justin 
Timberlake, Britney Spears, Christina Aguilera e Ryan Gosling.

Timberlake então encontrou o estrelato como o líder da boy banda NSYNC.

A capa do álbum de "No Strings Attached" apresenta
 o grupo (incluindo Justin) como fantoches literais.

Em 2002, Timberlake lançou sua carreira solo. Mais uma vez, a arte do álbum era altamente simbólica.

Vestido numa roupa inspirada no filme "Laranja 
Mecânica", Timberlake faz o 666 com a mão e o sinal
 do um olho que todo peão da indústria faz.

A capa de seu último álbum apresenta um sutil sinal do um olho.

Uma semana antes do lançamento de "Supplies", Timberlake lançou "Filthy", um vídeo que o apresenta sendo substituído por... um robô dançante.

Em "Filthy", Timberlake fica nos bastidores, enquanto um robô (bastante 
assustador) executa movimentos sensuais em bailarinas humanas. Ele
 finalmente ganha as multidões quando todos ovacionam o robô.

O conceito do vídeo é um pouco reminiscente do filme "Metropolis", 
em que Maria - uma líder do povo - é substituída por um androide
 para se apresentar à elite. (Leia meu artigo sobre o filme aqui).

No final de "Filthy", Timberlake começa a se apagar e desaparece. 
Ele era apenas uma projeção? Ele foi substituído pelo androide?

Tudo sobre a carreira de Timberlake aponta para ele estar a serviço da indústria e nada mudou com seu último álbum. Ele ainda tem contrato com a RCA que pertence à elite e, portanto, tudo o que ele lança está perfeitamente em conformidade com a agenda dela.

Supplies

Ao contrário de "Filthy" (que é basicamente quatro minutos assistindo a uma dança de um robô), há muita coisa em "Supplies". Ao longo desse intenso fluxo de mensagens e simbolismo, há uma mensagem central sendo comunicada: é com isso que você precisa se irritar para estar "acordado".

Mais precisamente, trata-se de focar em questões específicas, enquadrá-las em um assunto específico e impor-lhes uma "solução" social-política específica.

No início do vídeo, Justin vê várias telas de uma vez, todas exibem
 eventos do ano passado: Trump, Harvey Weinstein, manifestações
 anti-racismo, controle de armas, tiroteio de Las Vegas etc. 

A cena parece ser uma referência ao filme de ficção científica de 1976,
 "O Homem que Caiu na Terra", onde um alienígena (interpretado por David 
Bowie) assiste a 12 TVs de uma vez enquanto se torna um alcoólatra.

Depois de absorver toda essa mídia de massa, Justin vai para fora, onde algumas coisas estranhas estão acontecendo.

Algumas pessoas pálidas, vestidas de branco, assediam
 a mulher que está com Justin, que veste de preto. Essas
 pessoas de branco estão representando pessoas brancas?

Esse cara representa aqueles que são contra o desarmamento?

Justin vê essa cena se desenrolar do outro lado da rua. 
Será que os guarda-chuvas brancos flutuantes representam a
 América branca de alguma forma "protegida" do mau tempo?

Justin não gosta do que está vendo: ele golpeia o cara de branco e sai com a mulher de preto.

Na cena seguinte, Justin dança enquanto efeitos de luz retratam 
pessoas saindo de dentro do muro e fugindo, em uma referência
 bastante clara ao muro de Donald Trump com o México.

Aqui, Justin e seu "exército" se reúnem na Biblioteca 
Pública de Los Angeles enquanto bandeiras nas paredes
 se queimam. Por que as bandeiras estão queimando? 

Não a vemos no vídeo, mas nesse local, na verdade, existe 
uma pirâmide com uma tocha de iluminação bem acima deles. 
Isso indica para quem eles realmente estão lutando.

Na próxima cena, Justin e a mulher encontram-se num local assustador de adoração.

Pessoas se curvam diante de uma pirâmide Illuminati.

Eiza - que aparentemente é uma líder rebelde -
 toca fogo na pirâmide com um coquetel molotov.

Eiza tocou fogo nos Illuminati? Na verdade, não.

Observe que há dinheiro americano queimando e saindo da pirâmide. Na cena anterior, as bandeiras estavam queimando. Agora, dinheiro. Essas alusões à destruição de bandeiras nacionais e moedas nacionais significam que elas serão substituídas por um governo mundial e uma moeda mundial? O objetivo final da elite?

As mesmas pessoas que adoravam a pirâmide agora estão
 gritando por Eiza. As massas são idiotas e propensos a 
pensamento coletivo. Que tal pensar por si mesmo?

A imagem dessa nova líder é uma reminiscência de uma imagem icônica do passado.

Esta cena recria a famosa foto de Huey P. Newton, líder do Black 
Panther Party. Há um monte de coisas racialmente carregadas no vídeo.

Aqui, as pessoas flutuam no ar com anéis iluminados ao 
redor de seus olhos. Quando Justin e Eiza removem os anéis, 
as pessoas caem. Elas agora estão "acordadas".

Ao longo do vídeo, várias imagens simbólicas rapidamente piscam na tela.

Um sinal de protesto dizendo "O banimento
 muçulmano é a supremacia branca".

RIP Amerikkka - uma bandeira americana invertida cortada pela metade.

Depois de todo esse barulho intenso, o vídeo termina de uma maneira estranha.

Justin surge do chão enquanto crianças sujas se reúnem ao
 seu redor, num mundo pós-apocalíptico. Eiza parece limpa.

O que aconteceu lá? Uma explosão nuclear? Por que todo mundo está sujo, exceto Eiza? Ela sabia que a destruição estava chegando?

O momento dessa cena é bastante estranho, pois "Supplies" foi lançado apenas alguns dias após o falso alarme no Havaí.

Em 18 de janeiro, um alerta foi enviado a todos os
 dispositivos no Havaí sobre um míssil que estaria vindo.

Poucos dias depois, a rede japonesa NHK enviou um alarme falso
dizendo: "Alerta de notícias NHK. A Coréia do Norte provavelmente 
lançará um míssil. O governo J alerta: evacuem dentro do prédio ou
 no subterrâneo." O alerta foi então corrigido.

O refrão da música alude a uma configuração pós-apocalíptica, onde Justin (talvez representando a elite) possui todos os "suprimentos" necessários para sobreviver.


Porque
Eu serei a luz quando você não puder ver
Eu serei a madeira quando você precisar de calor
Eu serei o gerador
Ligue-me quando precisar de eletricidade
Alguma merda esta prestes a acontecer
Eu serei aquele que lidera
O mundo pode acabar agora
Querida, nós viveremos no The Walking Dead


O vídeo termina com um menino falando
 diretamente aos espectadores. E ele está muito bravo.


"Apenas saia. Morra já. Você ainda está dormindo! Acorde! Apenas saia. Nós somos bons".


Por que o vídeo de música está dizendo para os espectadores "morrerem já"?

Hipocrisia

"Supplies" é muito semelhante a um vídeo musical analisado no ano passado: O Verdadeiro Significado de Katy Perry "Chained To The Rhythm". Em ambos os videos, os cantores são retratados como "revolucionários" que estão "acordados" e que se opõem aos poderosos. No entanto, em ambos os casos, a "revolução" é realmente 100% de acordo com a agenda da elite mundial. "Supplies" e "Chained to the Rhythm" fazem parte da nova tendência de Hollywood, onde a sinalização constante de virtude de alguma forma dá às celebridades o direito de definir o que as pessoas pensam e acreditam. 

No entanto, há muita hipocrisia acontecendo. Nesse artigo de  Katy Perry "Chained to the Rhythm", destaco as várias maneiras pelas quais as ações da vida real de Perry contradizem seu vídeo moralizador. No vídeo seguinte, Katy voltou a promover a degeneração patrocinada pela elite. De fato, "Bon Appétit" era sobre ela ser preparada como um pedaço de carne para um ritual canibalista de elite enquanto ela canta sobre ser usada por um grupo de caras. Tão acordada!

Em "Supplies", Justin Timberlake parece apoiar fortemente o movimento #metoo. No entanto, há menos de dois anos, Timberlake trabalhou com Woody Allen, alegando que era um "sonho que tinha se tornado realidade", apesar de Allen ter sido acusado por sua filha adotiva de agressão sexual contra ela.

Dylan Farrow mesmo falou sobre essa hipocrisia de Timberlake:


"Eu penso como uma força poderosa como Justin Timberlake pode dizer estar deslumbrado com a força das mulheres e ficar com elas neste momento #MeToo e depois, no próximo suspiro, dizer que trabalhar com Woody Allen é um "sonho que se tornou realidade".

– Business Insider, Dylan Farrow calls out Justin Timberlake for saying working with Woody Allen was a ‘dream come true’ then claiming to support victims of Hollywood sexual misconduct


Sim, Woody Allen é acusado de abuso sexual pela sua própria filha adotiva. Além disso, Woody Allen é CASADO com outra filha adotiva: Soon-Yi Previn. Tão acordado!

"Supplies" também lida com racismo, mas a hipocrisia é ainda mais forte lá. Alguns simbolismos são claramente "pró-negro". No entanto, não diferente de outros meios de comunicação de massa, o novo "pró-negro" não trata de melhorar as vidas dos negros: trata-se de fomentar ódio e divisão.

Enquanto muitos se informam sobre as celebridades de Hollywood enquanto comem Tide Pods, a história real está sendo esquecida. A elite que atualmente está atendendo aos negros é a mesma elite que tem oprimido os negros há décadas. Quem permitiu que o crack entrasse em bairros negros, transformando grupos de pessoas em zumbis? Quem permitiu o assassinato de tantos líderes negros? Quem permitiu a brutalidade policial em pessoas negras inocentes? A resposta: aqueles que estão realmente no poder, não importa quem seja o presidente. Essas coisas aconteceram quando os republicanos e os democratas estavam no poder. Essas coisas aconteceram enquanto Barak Obama esteve no poder. Não importa. Na verdade eles não acreditam que a "vida dos negros importam". Nenhuma vida importa ... exceto a deles.

Conclusão

"Supplies" é a elite se comunicando com as massas usando técnicas extremamente manipuladoras e clássicas de duplo sentido. Através do uso da sinalização da virtude, o vídeo atende às tendências idealistas dos jovens. No entanto, quais são os valores reais que estão sendo promovidos? Raiva, ódio e divisão entre raças, sexos e afiliações políticas. Quanto mais as massas estiverem divididas, mais a elite pode controlar cada grupo de forma eficiente. Dividir e conquistar é o truque mais antigo do livro.

Há uma grande inversão acontecendo aqui. Os Illuminati (ou seja, a elite mundial) estão retratando a aceitação de sua agenda como "luta contra os Illuminati". A mídia de massa está em pleno vigor, usando todos os seus recursos para enquadrar o que está acontecendo numa narrativa específica. Por quê? Porque estamos em um momento fundamental na história.

O lema da elite é Ordo Ab Chao: ordem a partir do caos. Vivemos em tempos caóticos, confusos e Trump é um agente perfeito do caos. A resposta a ele, e a todas as questões destacadas acima - a agenda - será Ordem. E quando a "ordem a partir do caos" for  uma realidade, as pessoas definitivamente se curvarão à pirâmide Illuminati.

Fonte: The Vigilant Citizen

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